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Justiça começa ouvir testemunhas em ação que apura crimes cometidos por policiais

Da Redação

A juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal de Cuiabá passou a ouvir nesta segunda-feira (06) testemunhas, defesa e acusação da Operação Renegados. A organização criminosa é composta, dentre outros membros, por policiais civis e militares, além de informantes utilizados pelo grupo criminoso. Dentre os crimes, eles pegavam droga de traficantes e cobravam para devolver o produto a eles.
Durante a semana, ela deve ouvir cerca de 100 pessoas em um forte esquema de segurança no fórum de Cuiabá.
A Operação Renegados foi desencadeada em maio deste ano por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em investigação conjunta com a Polícia Civil, por intermédio da Corregedoria Geral da Polícia Civil Na primeira fase foram cumpridos 22 mandados de prisão preventiva.
A organização criminosa era comandada por um chefe de operação da Delegacia do Coxipó que utilizava de técnicas de investigação com o uso de equipamentos da Polícia Judiciária Civil para facilitar e encobrir as ações criminosas do grupo. Ações essas que envolvem a prática de crimes graves como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.
A segunda fase da Operação Renegados ocorreu no dia 26 de novembro e com 14 mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão domiciliar, cinco mandados de busca e apreensão em residências e nove mandados de busca e apreensão em celas do Centro de Custódia da Capital.
A operação se dá em continuidade às investigações sobre denúncias da prática de inúmeros crimes tais como concussão, tráfico, porte ilegal de armas de fogo, corrupção, roubo qualificado e favorecimento da prostituição ou exploração sexual de adolescentes cometidos por uma organização criminosa composta , dentre outros membros, por policiais civis, militares e informantes.

O Ministério Público e a Polícia Civil comungam esforços para combater os que desonram sua missão institucional e renegam a nobre missão do combate à corrupção e criminalidade . A lei é para todos e com muito mais rigor deve atingir aqueles que abusam da função pública e se utilizam do cargo e do aparato estatal para o cometimento de crimes.

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