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Shantal sobre conduta de Renato Kalil no parto: Não tinha a menor necessidade de ele tentar me rasgar com as mãos

 

 

Shantal Verdelho falou pela primeira vez sobre o drama que sofreu durante o parto de sua filha Domenica – conduzido pelo médico Renato Kalil. Como você deve se lembrar, a influenciadora entrou com uma denúncia contra o obstetra após receber xingamentos e humilhações durante o nascimento da filha.

– Eu tinha alguns motivos para não falar. Além de não estar bem emocionalmente, eu não queria a imagem da minha filha exposta desse jeito, num contexto de que a chegada dela foi horrível.

Em entrevista para o Fantástico, Shantal relembra momentos de tensão após a chegada do médico à sala de parto – que foi humanizado, seguindo os desejos da mãe.

– Foram 48 horas que eu fiquei no hospital. Eu acho que foi um trabalho de parto de aproximadamente umas 12 horas. Ele chegou somente nas duas horas finais que foi quando mudou o clima assim, ele chegou muito apressado. Eu não entendi o porquê de tamanha pressa e aquela agonia toda.

E ficava insistindo para o Mateus para que fosse feita a episiotomia num tom como se: Olha aqui vai rasgar aqui. É onde a gente teria relações no futuro. Então, é melhor eu dar um pique aqui é melhor eu dar uma cortadinha aqui. Ele fica falando isso para o Mateus como se eu não tivesse ali, e como se a decisão não fosse minha.

O procedimento citado pelo médico é a episiotomia, que se consiste em fazer um corte no períneo, região entre o ânus e a vagina, para facilitar a saída do bebê.

Não tinha a menor necessidade de ele tentar me rasgar com as mãos e isso é feito várias vezes. Ele basicamente faz o parto inteiro fazendo esse movimento com a minha vagina, tentando abrir ela. Já que ele não teve o corte, ele tenta com as mãos.

Outro procedimento, também imposto pelo médico, teria sido a manobra de Kristeller – quando uma pessoa pressiona a barriga da mulher a fim de fazer pressão no fundo uterino.

– A minha barriga foi pressionada desde o momento em que ele chegou. Ele pede para uma médica da equipe dele fazer essa manobra de Kristeller que chama. E depois, ele pede para o anestesista fazer, porque o anestesista era mais forte.

E finaliza:

– Quando a gente viu o vídeo foi que caiu a ficha mesmo. A primeira atitude que a gente tomou foi de mandar ele para o Kalil e mostrar em todas as partes onde a gente se sentiu agredido. Ele me deu uma resposta debochada e me bloqueou no WhatsApp. Ou seja, ele me calou, inclusive. Só que vendo todos os relatos que foram aparecendo depois de histórias iguais e muitas histórias muito piores, eu vi que realmente o buraco era mais embaixo.

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