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Fornecedor de cocaína adulterada é expulso da Argentina

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O fornecedor paraguaio de cocaína adulterada, que causou a morte de pelo menos 24 pessoas e levou mais de 80 a serem hospitalizadas na província de Buenos Aires, será expulso da Argentina. Joaquín Aquino, conhecido como El Paisa, recusou-se a depor quando questionado pelo juiz federal de Três de Febrero, Juan Manuel Culotta.

Quando questionado sobre seus dados pessoais e profissão, afirmou ser pedreiro. Além disso, o narcotraficante sindicalizado foi notificado de que a Direção Nacional de Migração (DNM) decidiu expulsá-lo do país, mas a medida “passará a valer quando cessar o interesse da Justiça na pessoa”.

Segundo o jornal argentino La Nacion, “a decisão da agência de imigração deve-se ao fato de Aquino ter condenações por porte ilegal de arma de guerra e por tráfico de droga na sua modalidade de porte para fins comerciais”.

Além disso, Aquino foi proibido de voltar ao país por um período de oito anos. A notificação da decisão de expulsão do país, segundo fontes oficiais, foi feita na sede da Delegação Departamental de Investigação (DDI) de La Matanza da polícia de Buenos Aires.

Antes da “visita” dos funcionários da Imigração, o juiz Culotta investigou Aquino pelos crimes de posse de entorpecentes para comercialização e posse de arma de guerra. A audiência foi realizada por meio de plataformas digitais como medida preventiva contra a covid-19.

El Paisa, o traficante de 33 anos, continuará detido e nos próximos dias o magistrado deverá definir sua situação processual. Nesta 5ª feira (3.fev), Aquino foi preso e com ele a polícia de Buenos Aires apreendeu 5.000 doses de cocaína, uma pistola calibre nove milímetros, três celulares e dinheiro.

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