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Petrópolis: estudante relata piolhos e entrada de bebida e “coisas ilícitas” em abrigo

 

Duas semanas depois da tragédia em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, a situação dos moradores da cidade continua dramática. O total de mortes subiu para 232 após mais um corpo ser encontrado.

Mais de 1,1 mil pessoas estão desabrigadas. Aqueles que estão sem abrigos enfrentam dificuldades. “Estou meio que ?paralisado?, porque não sei para onde correr”, lamentou o estudante de medicina Luigy Souza. “Eu preciso de uma posição da Defesa Civil, de um laudo. Ouvi dizer que eles têm que abrir uma ocorrência. Tudo isso pra requerer o Aluguel Social”, explicou.

Durante o temporal, uma enorme pedra de quase 30 toneladas desceu do terreno do vizinho e parou do outro lado da rua, em cima do quarto do estudante. Ao ver uma viatura da Defesa Civil da cidade, pediu ajuda.

No mesmo dia da tempestade, foi a uma escola municipal que servia de abrigo e encontrou mais problemas. Segundo o estudante, algumas pessoas, incluindo ele, tiveram vômito e diarreia após beberem a água do bebedouro do local.

“[Tinha] infestação de piolho. Eu questionei que no meu quarto estava entrando bebida, coisas ilícitas, e o pessoal, bêbado, ficava cantando, tocando violão”, relatou. Quando questionada, a diretora da escola não respondeu, afirmando que teria que entrar em contato com a “secretaria”.

O estudante, ainda no abrigo, foi cadastrado no Aluguel Social no valor de R$ 1 mil, a ser pago pelos governos estadual e pela prefeitura. Não há previsão de quando o rapaz receberá o auxílio.

 

Fonte: SBT

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