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PAUTA POLÊMICA

Russi cobra mais recursos federais e diz que municípios não conseguem bancar o Samu

Muvuca Popular

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Durante audiência sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), cobrou do Ministério da Saúde o aumento dos repasses para Mato Grosso e afirmou que municípios deixam de ampliar o serviço porque “não dão conta de pagar a conta”.

Ao representante do Ministério da Saúde presente no encontro, o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência, Fernando Figueira, Russi destacou que o principal entrave para a expansão do Samu em Mato Grosso é a falta de financiamento adequado.

“Nós precisamos melhorar o valor do repasse para os municípios. Eu vejo os prefeitos cobrando isso e a gente não consegue avançar no nosso índice aqui no estado porque os municípios não querem. Por quê? Porque não dão conta de pagar a conta”, afirmou.

Municípios sobrecarregados
O parlamentar, que já foi prefeito de Jaciara, disse que a dificuldade financeira das prefeituras tem travado a ampliação do serviço no estado.

“O prefeito hoje está fazendo continha porque acaba assumindo muita responsabilidade de programas que a prefeitura não tem condição de bancar”, reforçou.

Russi lembrou ainda que o último reajuste nos repasses federais ocorreu apenas em 2023, após anos sem atualização, o que, segundo ele, agravou o cenário.

Estado sinaliza apoio
Apesar das dificuldades, o deputado destacou que o Governo de Mato Grosso tem demonstrado disposição para ampliar o atendimento, inclusive com contrapartida financeira.

“O governador é sensível e não quer que o nosso estado fique aí como 25º. Quer avançar nessa política pública”, disse.

Segundo ele, o Executivo estadual já sinalizou que irá participar do custeio nos casos em que houver ampliação do serviço.

Rebate a críticas e fala em “desinformação”
Max Russi também saiu em defesa do governo estadual diante de críticas sobre um possível fim do SAMU em Mato Grosso, classificando a informação como equivocada.

“Foi vendido de forma errada o fechamento do Samu. Pintaram o governador como alguém que queria acabar com o serviço. Isso não é realidade”, afirmou.

O deputado destacou que a presença do governador na audiência foi um gesto importante para dar segurança aos profissionais da área.

Gestão mantida e próximos passos
Durante o encontro, também foi reforçado que a gestão do SAMU deve permanecer sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o que, segundo Russi, traz estabilidade ao serviço.

O presidente da Assembleia ainda defendeu que o debate resulte em avanços concretos e pediu que a Secretaria de Saúde, junto com a Comissão de Saúde da ALMT, continue tratando do tema nos próximos dias.

“Esse debate pode nos fortalecer e ajudar a avançar. O importante é encontrar soluções para melhorar o atendimento à população”, concluiu.

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