SUSPEITA DE GRAMPO
Sessão da Câmara de VG é cancelada por suspeita de “escuta”, mas varredura não é realizada
Muvuca Popular
Após o vereador por Várzea Grande e líder da prefeita Flávia Moretti (PL), Bruno Rios (PL), registrar boletim afirmando que encontrou um aparelho que parecia ser uma escuta, a sessão ordinária desta terça-feira (12) chegou até a ser suspensa para uma varredura técnica da Polícia Civil nos gabinetes dos vereadores, mas o pente-fino acabou não acontecendo.
Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta terça-feira (12), Bruno Rios fez críticas à suspensão da sessão e chamou o ato de “nulo”.
“A Câmara cancelou a sessão por um ato, ao meu ponto de vista, nulo. O ato tem que ser do presidente. O presidente não emitiu esse ato, quem fez foi um secretário legislativo, o que não cabe ao mesmo”, afirmou o vereador.
Segundo Bruno, o suposto aparelho foi encontrado dentro de uma canaleta de plástico enquanto ele e um assessor retiravam bandeiras instaladas no gabinete. O vereador afirma que o objeto estava enrolado com fita isolante e tinha até microfone acoplado.
“Quando retiramos a canaleta, nós averiguamos ali um aparelho envolto em fita isolante, justamente com uma bateria e fixado na ponta um microfone”, contou.
O parlamentar ainda disse que usou inteligência artificial para tentar identificar o equipamento. “Hoje você tem como tirar uma foto e ela reconhecer aquele aparelho. Ela identificou um microfone relacionado à escuta”, declarou.


