SAFADO
Homem é preso após ameaçar matar irmãs e tentar atear fogo em casas no norte de MT
Muvuca Popular
Um homem de 35 anos foi preso na noite de quinta-feira (28), no distrito de União do Norte, em Peixoto de Azevedo (a 690 km de Cuiabá), após ameaçar matar duas irmãs e tentar incendiar uma residência. Com ele, a Polícia Militar encontrou um isqueiro e uma garrafa com combustível, que teria sido usada na tentativa de colocar fogo no imóvel.
De acordo com a PM, a equipe foi acionada por volta das 19h30 após receber informações sobre uma discussão familiar em uma residência do distrito. No local, a filha de uma das vítimas relatou aos policiais que o suspeito estaria ameaçando matar a própria irmã e colocar fogo na casa dela.
Durante as diligências, os militares foram informados de que outra irmã do suspeito, de 42 anos, também havia sido ameaçada. Segundo o relato da vítima, o homem foi até sua residência à procura da ex-esposa e, ao não encontrá-la, passou a fazer ameaças de morte e afirmou que incendiaria o imóvel. Com medo, a mulher procurou abrigo em uma casa vizinha.
A equipe policial seguiu até o endereço e recebeu a informação de que o suspeito teria iniciado um princípio de incêndio na residência. Um vídeo encaminhado à vítima mostraria a ação. Testemunhas relataram que o homem deixou o local em um veículo Renault Sandero prata.
Durante patrulhamento, os policiais localizaram um carro com as mesmas características e realizaram a abordagem. O suspeito foi identificado e, durante a revista pessoal, os militares encontraram um isqueiro em seu bolso. Já no interior do veículo, foi localizada uma garrafa contendo combustível, que, segundo a polícia, poderia ser utilizada para provocar o incêndio.
Questionado sobre os fatos, o homem afirmou que agiu motivado pelo desaparecimento de 1,4 grama de ouro de sua residência e pelo sumiço de sua esposa.
Ele foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Peixoto de Azevedo, onde o caso foi registrado e serão adotadas as medidas cabíveis. As vítimas têm 34 e 42 anos. A Polícia Civil investigará o caso.


