Ao iniciar sua participação, o assessor de Relações Institucionais do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NUGJUR), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Rauny Viana, chamou atenção para uma diferença fundamental entre a Justiça Restaurativa e o modelo tradicional retributivo.
Estudioso da temática, o magistrado apresentou experiências concretas de aplicação das práticas restaurativas e discutiu como elas podem dialogar com o modelo tradicional de Justiça, sem necessariamente ser uma proposta de substituição a resposta penal, podendo atuar de forma complementar.
Na sequência, a procuradora da República Priscila Pinheiro de Carvalho, apresentou iniciativas que vêm sendo desenvolvidas no Ministério Público Federal para institucionalizar a Justiça Restaurativa. Ela explicou que o Compor, órgão ligado à Procuradoria-Geral da República (PGR), atua no incentivo à autocomposição e também na construção de uma política de Justiça Restaurativa no âmbito do MPF.



