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Júlio Campos comenta “confinamento” de vereadores de VG e relembra prática antiga na AL

Renato Ferreira

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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) comentou nesta quarta-feira (13) o “confinamento” de vereadores de Várzea Grande em uma chácara durante as articulações para a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal, cuja sessão estava marcada para esta quinta-feira (14), mas acabou sendo suspensa pela Justiça de Mato Grosso. O parlamentar afirmou que a estratégia relembra práticas antigas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), principalmente durante os anos em que o ex-deputado José Geraldo Riva dominava os bastidores políticos do parlamento estadual.

Ao ser questionado sobre o assunto, Júlio, que já foi prefeito de Várzea Grande e acompanha de perto os bastidores políticos da cidade, relembrou episódios históricos envolvendo disputas internas na Assembleia Legislativa.

“Olha, aqui era a praxe da Assembleia Legislativa. Eu me lembro muito bem que, em 1995, na eleição, quando nós perdemos a eleição para o Dante de Oliveira, mas fizemos a maioria da Assembleia, houve também”, declarou.

O parlamentar ainda citou disputas envolvendo o ex-deputado Gilmar Fabris e afirmou que o modelo virou rotina durante os anos de influência política de Riva na Casa de Leis.

“Na eleição do Riva, toda vez o pessoal ia para uma fazenda, um retiro espiritual”, afirmou, em tom descontraído.

Segundo Júlio Campos, a prática acabou sendo deixada de lado na Assembleia Legislativa nos últimos anos, dando espaço para articulações de consenso na composição da Mesa Diretora.

Eleição da Mesa suspensa

Horas após a repercussão das articulações políticas e do chamado “confinamento” dos vereadores, o Judiciário de Mato Grosso suspendeu, em decisão liminar, a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande para o biênio 2027/2028, que estava marcada para ocorrer nesta quinta-feira (14).

A decisão é do juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, que atendeu mandado de segurança protocolado pelos vereadores Adilson Luiz Mayer de Arruda, Bruno Lins Rios, Lucas Ribeiro Ductievicz, Calistro Lemes do Nascimento e Charles Fabiano Araújo Quadro.

Os parlamentares apontaram suposta ilegalidade na antecipação da disputa interna da Câmara. Com isso, o magistrado determinou a suspensão imediata do ato convocatório publicado nesta quarta-feira (13) e proibiu a realização da sessão destinada à escolha da futura Mesa Diretora até nova deliberação judicial.

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