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LATROCÍNIO

Suspeitos de matar dono do “Tião da Sucata” durante roubo de R$ 78 mil têm prisão mantida

Muvuca Popular

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A Justiça de Mato Grosso converteu em prisão preventiva a detenção de quatro homens suspeitos de participação em um latrocínio ocorrido em Sinop. Os investigados também deverão responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e integração de organização criminosa. A decisão foi proferida pela juíza Laura Dorilêo Cândido durante audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (21).

Os presos são Cleber Pereira de Souza, Liedson Félix Moura, conhecido como “Índio”, Jhonatan Pereira Nunes e Wesley do Amor Divino da Silva, apelidado de “XT”.

Conforme o processo, o grupo é suspeito de envolvimento na morte de Sebastião Vieira Nepomuceno, proprietário do comércio “Tião da Sucata”, em Sinop.

Segundo as investigações, o crime ocorreu na quinta-feira (20), quando os suspeitos teriam invadido o estabelecimento comercial para roubar um cheque no valor de R$ 78 mil trocado pela vítima horas antes da ação criminosa. Durante o assalto, Sebastião foi baleado e morreu.

De acordo com a decisão judicial, as equipes policiais localizaram veículos supostamente utilizados no crime e chegaram até a residência onde os investigados estariam escondidos. Parte dos suspeitos tentou fugir durante a abordagem policial.

No caso de Jhonatan, a magistrada destacou que ele apresentava ferimento na perna provocado por disparo efetuado pela própria vítima durante o confronto ocorrido no comércio.

Já Liedson foi preso com 24 porções de maconha, totalizando cerca de 104 gramas, além de duas armas de fogo e R$ 427 em dinheiro. Conforme o processo, ele teria admitido a comercialização de drogas e informado que Wesley teria entregue as armas para serem guardadas.

A juíza também ressaltou que Wesley possui condenações anteriores por crimes como homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e organização criminosa. Segundo a decisão, ele já cumpre pena em outro processo criminal.

Durante a audiência de custódia, Liedson e Wesley relataram supostos maus-tratos praticados por policiais militares no momento da prisão. Liedson afirmou ter recebido tapas na cabeça e agressões com uma faca no braço. Wesley declarou ter sido agredido com socos, chutes e golpes na região das costelas e do nariz.

Diante das denúncias, a magistrada determinou o envio da ata da audiência, da gravação em vídeo e dos exames de corpo de delito à Corregedoria da Polícia Militar para apuração dos fatos.

A defesa de Wesley pediu a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, alegando que o investigado sofre de insuficiência renal crônica e necessita de sessões periódicas de hemodiálise. O pedido foi negado.

Na decisão, a magistrada entendeu que a gravidade dos crimes investigados, os antecedentes criminais de parte dos suspeitos, a suposta atuação em organização criminosa e o risco à ordem pública justificam a manutenção das prisões preventivas.

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