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‘É preciso ficar sempre vigilante’, afirma Emanuel sobre infestação de Aedes aegypti

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Em live realizada na noite de terça-feira (25), o prefeito Emanuel Pinheiro aproveitou o momento para conclamar a população cuiabana a seguir mantendo os cuidados para combater o mosquito Aedes aegypti e, com isso, evitar a dengue, a zika e a chikungunya. “Gostaria de fazer um alerta sobre a dengue. Graças a Deus, estamos sob controle, não existe nenhum motivo para angústia ou preocupação, mas é preciso ficar sempre vigilante e, pelo menos uma vez por semana, vamos combater os criadouros no quintal de casa”, disse.

Conforme o gestor, se cada um fizer sua parte, o município irá vencer cada vez mais a guerra contra a dengue, que é constante. “Aquela tampinha da garrafa pet cheia de água parada já é um criadouro do mosquito da dengue, já é motivo de preocupação. Tire dez, quinze minutinhos e vai no quintal olhar se não tem uma tampa, um pneu velho jogado, um copo plástico com água parada e extermina isso aí! Vamos pra cima disso!”, conclamou Pinheiro.

De 2020 para 2021, diminuíram os casos confirmados de dengue, zika e chidungunya. Foram 794 casos confirmados de dengue em 2020 e 672 em 2021. No caso da zika, houve 10 casos confirmados em 2020 (sendo 2 em gestantes) contra 4 casos em 2021. Já em relação à Chikungunya, em 2020 foram confirmados 17 casos e, em 2021, 14.

Ao longo de 2021, os 320 agentes de combate a endemias do Município realizaram visitas em 1.297.364 imóveis. Até o momento, no mês de janeiro já foram realizadas visitas em 107.456 imóveis, principalmente residenciais e pontos estratégicos, como cemitérios, oficinas mecânicas, borracharias e depósito de recicláveis.

O período chuvoso, mesmo que atrapalhe a realização dessas vistorias, por outro lado faz com que a orientação seja reforçada entre os munícipes. A principal estratégia adotada é incentivar as pessoas a ter como hábito os chamados “10 minutos contra a dengue”, que consiste em reservar 10 minutos por semana para fazer a limpeza do quintal, eliminando a água de todos os possíveis criadouros do mosquito, como vasinhos de plantas, pneus, recipientes, calhas, caixas d’água, entre outros.

Por conta da pandemia de covid-19, em que as visitas dos agentes de endemias passaram a adotar todas as medidas de biossegurança (uso de máscara, álcool 70%, viseira e distanciamento de um metro do morador), ainda hoje há resistência de parte da população em receber os servidores em suas casas. Por isso, a coordenação da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) pede que mesmo que o agente não possa entrar na casa, que o morador aceite ouvir as orientações pelo portão e, posteriormente, as coloque em prática.

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