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PEDIAM ABSOLVIÇÃO

Juiz rejeita recursos e mantém investigação sobre ex-gestão da Unimed por rombo de R$ 400 mi

Thalyta Amaral

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O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal, rejeitou os recursos de três ex-funcionários da Unimed Cuiabá e manteve a investigação contra um grupo liderado pelo ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira, por um rombo de R$ 400 milhões na cooperativa. Os réus pediam a absolvição sumária.

O grupo, que tem como integrantes a ex-diretora financeira da Unimed Cuiabá Suzana Palma, a ex-chefe jurídica Jaqueline Larrea, o ex-CEO Eroaldo de Oliveira e a ex-chefe de monitoramento Tatiana Leite, é acusado de “maquiar” os dados contábeis da cooperativa e causar um rombo de R$ 400 milhões.

Entre as alegações das defesas estão a de que a denúncia é genérica, não tendo individualizado a conduta criminosa de cada um, e que as provas deveriam ser anuladas por não terem sido colhidas dentro da legalidade. Também foi levantada suspeita sobre o perito criminal federal do caso.

“Trata-se, assim, de posicionamento do juízo, com o qual os embargantes não concordam, sendo, portanto, o inconformismo oponível somente pela via adequada, e não por meio de embargos de declaração, os quais estão vocacionados exclusivamente para solver ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão, o que não é o caso”, diz trecho da decisão.

E ainda que “os embargantes não pretenderam afastar qualquer omissão, contradição, obscuridade ou ambiguidade, mas sim rediscutir a questão, o que não é viável na estreita via dos embargos”.

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