segunda-feira, 19 outubro, 2026

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“Samantha e Alessandra não se tornaram deputadas porque eram esposas de prefeitos”, diz Ferreira

Thalyta Amaral e Renato Ferreira

Foto: Prefeitura de Rondonópolis

O prefeito de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), Cláudio Ferreira (PL), rebateu as críticas de que sua esposa, Alessandra Ferreira (PL), e a primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris (PL), só conseguiram se eleger deputadas estaduais por serem casadas com prefeitos. Nesta quarta-feira (14), ele classificou essa avaliação como preconceituosa e defendeu que a vitória das duas nas urnas foi resultado de seus próprios méritos, e não apenas da influência política dos maridos. “Samantha e Alessandra não se tornaram deputadas porque eram esposas de prefeitos”.

“Se a gente disser que a Alessandra ou que a Samantha foram eleitas por conta dos esposos, eu acho que a gente está fazendo uma análise um tanto preconceituosa. Nós tivemos outras candidatas com potencial, por exemplo, a filha do [Carlos] Fávaro, ela foi candidata, ela era filha de um senador da República e aqui não conseguiu êxito nas eleições”, argumentou.

Segundo o prefeito, as duas primeiras-damas sempre tiveram papel de destaque na gestão e em suas famílias, o que fez com que conseguissem um bom desempenho nas eleições em 4 de outubro.

“Isso naturalmente que ajuda [ser primeira-dama], mas é aquele caso que eu disse. Talvez eu cheguei a ser prefeito, deputado, porque eu sou esposo dela. Por que não? Por que só ela se tornou deputada porque é minha companheira?”, argumentou.

“Para mim, isso está ligado ao potencial de cada uma delas. Naturalmente que o apoio [dos esposos] conta, e conta muito, o que é natural. E, se ela conseguiu o nosso apoio, é porque ela tinha crédito”, ressaltou.

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