O vereador de Cuiabá Ilde Taques (Podemos), eleito presidente da Câmara Municipal na semana passada, negou envolvimento em possíveis acordos ilegais relacionados à eleição da Mesa Diretora de Várzea Grande. Alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Cathedra Venalis, nesta terça-feira (20), ele afirmou que colaborou com as autoridades e que, conforme sua defesa, nada irregular foi encontrado.
Em nota assinada pelo advogado Eduardo Mahon, o parlamentar declarou que recebeu os agentes com tranquilidade e se colocou à disposição para prestar esclarecimentos. A defesa ressaltou, porém, que o vereador ainda não teve acesso aos autos, que tramitam sob sigilo, e não pode comentar detalhes da apuração.
Ilde negou qualquer participação em articulações políticas ilegais envolvendo a eleição da Câmara de Várzea Grande e afirmou que continuará exercendo normalmente o mandato.
A operação do Gaeco cumpre 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. A investigação apura suspeitas de corrupção, obtenção de vantagens indevidas e possível atuação de uma organização criminosa em torno da eleição da Mesa Diretora do Legislativo várzea-grandense.














