REUNIÃO EM BRASÍLIA
“Nome está posto e é altamente viável”, diz Júlio ao defender Jayme ao governo
Muvuca Popular
O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) elevou o tom ao defender a pré-candidatura do senador Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso e evidenciou o distanciamento dentro do grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes.
Segundo Júlio, apesar das articulações em curso e da preferência pública de Mendes pelo vice-governador Otaviano Pivetta, o nome de Jayme já está colocado de forma legítima dentro do partido e deve ser analisado conforme as regras internas.
“O nome está colocado estatutariamente. O estatuto do União Brasil é muito claro: quando um filiado, com todas as condições de elegibilidade, se coloca à disposição, essa análise precisa ser feita com critério”, afirmou.
O parlamentar também destacou que o senador aparece bem posicionado em levantamentos eleitorais, tanto internos quanto externos, o que reforça a viabilidade da candidatura.
“As pesquisas mostram que o nome do senador Jayme Campos é altamente viável, com condições reais de ir ao segundo turno e vencer a eleição. É um candidato que não pode ser descartado nem colocado fora do processo”, pontuou.
Júlio Campos foi além e indicou que, em caso de definição por convenção partidária, Jayme teria ampla vantagem dentro do União Brasil.
“Se houver votação entre os convencionais, o nome do senador seria consagrado com dois terços dos votos. Estamos falando de mais de 40 votos favoráveis”, revelou.
O deputado ainda situou o cenário eleitoral como aberto e competitivo, citando o senador Wellington Fagundes, do PL, como um dos nomes fortes na disputa, além do próprio Pivetta, que também se movimenta como pré-candidato ao Palácio Paiaguás.
Para Júlio, o quadro atual aponta para um possível segundo turno disputado e reforça que a definição dentro do União Brasil será decisiva para o rumo das eleições em Mato Grosso.
“Hoje há um cenário de equilíbrio. Jayme e Pivetta disputam espaço de forma muito próxima para ver quem pode avançar ao segundo turno contra Wellington Fagundes. Por isso, não há como ignorar a força política do senador dentro e fora do partido”, concluiu.


