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Cidinho Santos defende maturidade política e diz que Federação União Brasil–PP chegará unida à disputa de 2026
Da Redação
O ex-senador Cidinho Santos (PP) avaliou, nesta semana, o cenário eleitoral em formação para 2026 e defendeu que o processo de definição das candidaturas dentro da Federação União Brasil–PP deve ocorrer “com diálogo, maturidade e sem rupturas”. Em entrevista, o progressista reconheceu que o momento é de movimentações naturais, com vários nomes sendo colocados à disposição, mas afirmou que ainda é cedo para qualquer conclusão definitiva.
Cidinho observou que o cenário para o Senado está especialmente competitivo, já que “muita gente quer ser candidata e há espaços em disputa. Temos a senadora Margareth Buzetti, que representa o PP; e também a possibilidade de candidatura do governador Mauro Mendes.”
Segundo ele, o leque de possibilidades não se limita à disputa pelo Senado. Há avaliações internas, inclusive, sobre a eventual candidatura de Jayme Campos ao Governo do Estado, bem como sobre a alternativa de apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
“Tudo está sendo colocado na mesa. Mais adiante vamos avaliar quais projetos estarão mais consolidados, e a partir disso tomaremos uma decisão madura”, ponderou o ex-senador.
Questionado sobre a possibilidade de divisão dentro do grupo político diante da pluralidade de nomes, Cidinho Santos minimizou o risco:“Não. Na hora certa todo mundo se entende. Haverá conversa madura e certamente chegaremos a um entendimento.”
Ele reforçou que a federação possui tempo hábil para organizar suas estratégias e que as definições ocorrerão somente no período das convenções.
“Temos até julho. Até lá será possível avaliar se é melhor termos candidato próprio ao governo ou apoiar outra candidatura — seja do Republicanos, do PL, ou até receber o apoio deles. Tudo será definido de forma responsável.”
Ao final, Cidinho sintetizou o espírito que, segundo ele, deverá nortear as negociações:
“O importante é construir um projeto sólido e manter o grupo unido. O diálogo vai prevalecer.”


